(des)Lorota

•03/04/2009 • 3 Comentários

Desligue-se ou desmorone.

The water flowing the endless river, forever and ever…

•22/01/2009 • 10 Comentários

Saudade do que ainda não foi? Ou já foi? O tempo rodou num instante. Ah, meu amigos. E o que era simples ficou difícil. Entrevado aqui estou, como que por obra do infeliz vício. Da saudade na campa enegrecida guardo a lembrança que me sangra o peito, mas que no entanto me alimenta a vida.

Já citei como Radiohead pode ser depressivo?

Ao som de Sangue de Viena. Até isso conspira.

Perdoem-me o intimismo. O desabafo fez-se necessário. Ah, naturalmente, nem tudo o que foi dito é obra daquele que vos escreve.

Descontentamento descontente

•14/01/2009 • 2 Comentários

Terça-feira, dia 13 de janeiro de 2009, à noite.

TV Senado – Apresentação de agosto de 2008 do Clube do Choro, em Brasília, contando com piano e violão de sete cordas. Tocando chorinhos, choros, sambas famosos, além de composições próprias.

TV Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul – Violonista brasileiro apresenta músicas eruditas ao violão.

TV UFMS – Violonista de Mato Grosso do Sul, professor de música da UFMS, toca algumas músicas clássicas, além de composições próprias.

Rede Globo de Televisão – Abertura do BBB9.

Cultura, a gente vê por aqui.

PS. Quase ia me esquecendo, um extra.

Música – Uma Aventura #01

•09/01/2009 • 8 Comentários

Há alguns meses tive a oportunidade de pedir um presente a minha mãe. Algo simples, não tão caro.

Na ocasião, ao passar por uma loja de CDs e DVDs, decidi entrar para dar uma olhada. Um CD ou DVD de algum artista que me apraz certamente é o presente que mais me satisfaz, para dizer o mínimo.

Antes de detalhar a encantável surpresa que eu tive ao abrir meu presente e também a  agradável admiração que este causou aos meus ouvidos, preciso destacar um fato interessante e verdadeiro. É possível encontrar alguns artefatos interessante em lojas de CDs. Mesmo sendo essas lojas que vendem de tudo e tentam agradar ao máximo de clientes, por vezes negligenciando (se essa é a palavra mais adequada) a essência musical (falarei sobre isso em outra ocasião).

Ao adentrar a pequena loja, que tinha alguns CDs de novelas e duplas sertanejas na vitrine, me dirigi a um espaço localizado bem ao fundo da loja e que poderia passar despercebido aos tímpanos menos exigentes. Lá estavam praticamente jogados e ignorados alguns DVDs que a massa entenderia como exóticos, desconhecidos e extremamente chatos, além de caros. Encontrei lá o que eu desejava.

Comprei, ou melhor, ganhei um DVD intitulado:  “Al Di Meola, Jean-Luc Ponty, Stanley Clarke – Live at Montreaux 1994.” Mais adiante colocarei um vídeo para que você, atencioso leitor, possa ver e ouvir o que é o Rite of  Strings.

Essa parceria recebeu o nome, já citado, de Rite of Strings que quer dizer, literalmente, “Rito das Cordas.” E o “ritual” que esses três músicos nos apresentam é de dar inveja aos mortais. São evocados talento, técnica, inspiração. “Parece que as coisas funcionam sozinhas“, em palavras do próprio Al Di Meola durante o show. É o que normalmente me espanta quando ouço músicos desse nível tocando juntos.

Vamos aos detalhes. Primeiramente o “Festival de Jazz de Montreaux” é um festival de música que primordialmente visava apresentar artistas do jazz ao público. Depois passou a incorporar outros estilos, mas ainda assim, mantendo a qualidade já eminente ao festival.

Al Di Meola é um violonista muito influente e respeitado, reconhecido desta forma a partir dos anos 70, quando foi revelado aos 19 anos, pelo mestre dos teclados Chick Corea. Possui diversos álbuns solo que percorrem uma mistura eclética e bem integrada de estilos o que é característico do jazz fusion.

Stanley Clarke é um renomado contra-baixista que também trabalhou ao lado de Chick Corea. É reconhecido por ser um dos precurssores do jazz fusion e o criador da técnica de baixo amplamente copiada, o slap.

Jean-Luc Ponty é violinista de jazz fusion reconhecido por sua exímia técnica e por explorar recursos eletrônicos em seus violinos, personificando seu trabalho. Já tocou ao lado de Frank Zappa, com a Mahavishnu Orchestra de John McLaughlin e também com o tecladista Chick Corea.

Antes de continuar, fique sabendo que todas essas informações vieram no encarte do DVD, algo tão incomum hoje em dia. Essa foi minha surpresa ao abrir a capa.

Já deviadamente apresentados os músicos, vamos às músicas. O trio toca composições intercaladas de cada um deles, numa adaptação (eu diria até releitura) a essa formação. No show, ainda podemos assistir o momento solo de cada músico, tornando o espetáculo único.

Esse texto já me cansa então, como havia dito, aí está:

Caro leitor, não me culpe se você nem ao menos se interessar pela música. Eu entendo perfeitamente que não é música para qualquer ouvido e, além de gostar do estilo, é preciso do que eu chamaria maturidade musical. O fato de você não gostar não significa que tem mau gosto. Simplesmente não está pronto para ouvir esse tipo de música e talvez nunca esteja. Ah, não nego pode ser uma questão de gosto também.

A vida é boa.”

Relatos cotidianos #01

•05/01/2009 • 1 Comentário
Há dias que não dá mesmo.

Há dias que não dá mesmo.

Previa um texto mais construtivo para o dia de hoje, mas fui pego de surpresa por mil armadilhas.

Primeiro minha mãe pega uma gripe tremenda que atacou a garganta, com febre e tudo mais. Isso nos obriga (filhos) a ajudar a fazer almoço e a servir a ela durante toda a tarde.

Segundo, meu pai chega do trabalho e convoca uma reunião familiar de planejamento de gastos pessoais para o ano de 2009. Depois de acertadas as contas, faz com que eu ponha tudo numa planilha do excel e salve.

Terceiro e último e pior. Peguei a m… digo, infeliz da gripe. Não paro de espirrar um minuto, além de ser assolado por um corrimento nasal transparente e  que é salgadinho (não é que eu prove, mas isso é cultura popular, por favor!).

Espero amanhã apresentar-lhes, meus leitores, algo mais útil, ou, pelo menos, mais interessante do que minha vida pessoal cotidiana.

E, se é o adeus que vos prende, goodAAAAAtchim my friends.

Texto introdutório

•03/01/2009 • 3 Comentários

Eu abomino o pedantismo. Evito ao máximo falar sobre aquilo que não sei. É claro que você, leitor, encontrar-me-á, por vezes, discorrendo sobre assunto que sequer tenho algum tipo de embasamento para apresentar. Eu explico:  só falo ou escrevo daquilo que sei. Obviamente, eu acho saber certas coisas que na verdade não tenho qualquer domínio. Acredito ser normal.

Portanto, não me culpe. Fazer um blog já uma imensa pretensão minha. No mais, hipocrisia é natural ao ser humano.